TURMA A
1) A criação de gado, as missões jesuíticas, a ação dos bandeirantes em busca de índios para escravizar, ouro e diamantes.
2) Bandeirante.
3) Internamente a organização econômica passou estar concentrada nas atividades da região sudeste. A população aumentou e tornou-se mais diversificada. O comércio e a integração entre as regiões tornaram-se fortes e a capital foi transferida para o Rio de Janeiro.
4) Eram chamadas de expedições da caça ao índio, busca de ouro e diamantes e sertanismo de contrato.
5) A ação dos bandeirantes, o gado, expansão oficial e missões jesuíticas.
6) Os jesuítas entraram em contato com tribos indígenas que já estavam arredias ao contato com os não índios e por isso isolavam-se em regiões como Amazônia e região sul.
7) Os pastos no sul era de excelente qualidade e a vida selvagem facilitou o aumento de animais na região. A produção do charque e a criação de mulas foram importantes produtos fornecidos aos habitantes das regiões mineradoras.
8) Expedições fluviais que através do comércio forneciam alimentos e artigos diversos para a zona mineradora, o que ajudou na estruturaçãoda região das minas.
9) O território sofreu expansão ao longo deste período.
10) Era necessário manter a região isolada para preservar o distrito e evitar contrabando e exploração clandestina.
TURMA B
1) Devido o comércio e as oportunidades oferecidas pela exploraçã aurífera temos na região mineradora uma classe média bastante importante e numerosa.
2) A ação bandeirante e a criação de gado que fizeram com que surgissem vilas e cidades além do Tratado de Tordesilhas, ocupando terras até então consideradas da Espanha.
3) Era a prática bandeirante de apresamento de indígenas para vendê-los como escravos.
4) Nesse período o ataque a missões e a ocupação de territórios para a criação de gado proporcionaram o povoamento do território.
5) Em Minas Gerais ocorreu intenso povoamento da região, a base econômica era a mineração, mas o comércio era fundamental para a manutenção das cidades. A região tornou-se centro das atenções lusitanas e o controle da metrópole sobre a colônia será bastante intenso.
6) Ocorreu o aumento da população e o crescimento da classe média, o controle doPOrtugal tornou-se mais intenso, ocorreu a mudança da capital para o Rio de Janeiro e a criação da Capitania de Minas Gerais.
7) O ouro não ficou no Brasil. Na maioria dos casos as regiões auríferas entraram em decadência e , portanto, não prosperaram. O ouro (a maior parte) ia para Portugal cujo destino (grande parte do ouro arrecadado) acabava sendo os cofres ingleses, pois Portugal pagava suas dívidas com o ouro brasileiro. Essa riqueza foi um dos fatores da Revolução Industrial na Inglaterra do século XVIII.
8) Quando o ouro foi descoberto e começou a ser explorado milhares de pessoas foram morar na região das minas. Os mais ricos sempre utilizavam mão de obra escrava negra para qualquer tipo de trabalho.
9) Pessoas que chegavam para explorar o ouro encontrado pelos bandeirantes. Os bandeirantes se consideravam os únicos donos do ouro e por isso entraram em conflito com os novos exploradores.
10) Eram escravos alugados que prestavam serviços, principalmente relacionados ao comércio.
Blog dedicado aos alunos do Ensino Fundamental II do período vespertino, anos: sétimo, oitavo e nono. Aqui serão disponibilizados textos complementares, exercícios, gabaritos assim como correção de avaliações.
segunda-feira, 27 de junho de 2011
CORREÇÃO DE AVALIAÇÃO MENSAL - PARTE I - 7º ANO
1)
a. O poder era centralizado. O manicongo tinha toda a autoridade e através de seus conselheiros tomava as decisões. Tinha conselheiros que atuavam em diversas áreas: impostos, secretários reais, militares e griots.
b. Era uma sociedade com desigualdade liderada pela nobreza. Existiam mercadores, artesãos, soldados e agricultores que formavam a maioria da população. Os escravos não eram numerosos.
c. No congo ocorreu a formação de um império através da dominação de outros povos. Era costume escravizar povos dominados. Quando os portugueses entraram em contato com o bantos estes começaram a trocar objetos europeus, bebidas, etc, por seus escravos, iniciando o tráfico intercontinental.
2)
a. Sundiata Keita liderou uma revolta que libertou os mandinga dos sossos e conquistou Gana tornando-se seu primeiro governante com poder centralizado.
b. O imperador era a autoridade máxima, mas era diferente de u=outros monarcas, pois ouvia as queixas e julgava pessoalmente os casos mais importantes.
c. A partir do século XV o contato com os portugueses foi, aos poucos, minando o domínio dos malineses e seu reinado foi entrando em decadência.
3) Em sua época a China atingiu o auge do desenvolvimento comercial. Por meio da guerra e de acordos diplomáticos conquistaram extensas áreas, o que a transformou em uma grande potência.
4)
a. Para os budistas as diversas formas de desejo e apego geram sofrimentos, pois o ser humano deve libertar-se do desejo para assim atingir o estágio mais elevado da iluminação – o nirvana. Dessa forma ela eliminaria toda fonte de sofrimento.
b. Os mosteiros não pagavam impostos, acumulavam grande quantidade de cobre e pregavam a não-violência e a paz. O império chinês era um grande incentivador da guerra para conquista de territórios e de poder. Necessitava de cobre para cunhar moedas e queria confiscar as terras dos mosteiros. Por isso monges budistas passaram a sofrer forte perseguição.
5) A China nessa época passou por um intenso processo de urbanização. O comércio era o centro de sua economia e a vida era intensamente movimentada. Diferente da Europa feudal, concentrada em feudos, com uma vida baseada na agricultura de subsistência e com uma atividade comercial bastante pequena e sem grande importância.
6) A Igreja Católica era o centro da vida espiritual e cultural da Europa Feudal. Maior senhora feudal da Europa tinha grande domínio sobre a população, não somente de servos, mas a nobreza também subordinava-se ao alto Clero, pois eram tidos como representantes diretos de Deus na Terra.
7)
Estilo Românico Estilo Gótico
Arcos em forma de abóbodas
Paredes grossas
Aberturas estreitas usadas como janelas
Interiores escuros Arcos em forma de ogivas
Paredes esculpidas
Interiores claros
Vitrais coloridos
8) As inovações técnicas contribuíram para o aumento populacional e isso alterou a vida no feudo, contribuindo para o início da crise do sistema feudal.
9) Para os servos começou a faltar terras para o plantio, os feudos superlotados não comportavam uma grande população e assim muitos servos começam a ser expulsos dos feudos.
10) O aumento populacional também atingiu os nobres, pois não havia feudos em quantidade suficiente para todos os nobres. Surgiram os cavaleiros andantes, que através de ataques e guerras procuravam conseguir riquezas e feudos.
a. O poder era centralizado. O manicongo tinha toda a autoridade e através de seus conselheiros tomava as decisões. Tinha conselheiros que atuavam em diversas áreas: impostos, secretários reais, militares e griots.
b. Era uma sociedade com desigualdade liderada pela nobreza. Existiam mercadores, artesãos, soldados e agricultores que formavam a maioria da população. Os escravos não eram numerosos.
c. No congo ocorreu a formação de um império através da dominação de outros povos. Era costume escravizar povos dominados. Quando os portugueses entraram em contato com o bantos estes começaram a trocar objetos europeus, bebidas, etc, por seus escravos, iniciando o tráfico intercontinental.
2)
a. Sundiata Keita liderou uma revolta que libertou os mandinga dos sossos e conquistou Gana tornando-se seu primeiro governante com poder centralizado.
b. O imperador era a autoridade máxima, mas era diferente de u=outros monarcas, pois ouvia as queixas e julgava pessoalmente os casos mais importantes.
c. A partir do século XV o contato com os portugueses foi, aos poucos, minando o domínio dos malineses e seu reinado foi entrando em decadência.
3) Em sua época a China atingiu o auge do desenvolvimento comercial. Por meio da guerra e de acordos diplomáticos conquistaram extensas áreas, o que a transformou em uma grande potência.
4)
a. Para os budistas as diversas formas de desejo e apego geram sofrimentos, pois o ser humano deve libertar-se do desejo para assim atingir o estágio mais elevado da iluminação – o nirvana. Dessa forma ela eliminaria toda fonte de sofrimento.
b. Os mosteiros não pagavam impostos, acumulavam grande quantidade de cobre e pregavam a não-violência e a paz. O império chinês era um grande incentivador da guerra para conquista de territórios e de poder. Necessitava de cobre para cunhar moedas e queria confiscar as terras dos mosteiros. Por isso monges budistas passaram a sofrer forte perseguição.
5) A China nessa época passou por um intenso processo de urbanização. O comércio era o centro de sua economia e a vida era intensamente movimentada. Diferente da Europa feudal, concentrada em feudos, com uma vida baseada na agricultura de subsistência e com uma atividade comercial bastante pequena e sem grande importância.
6) A Igreja Católica era o centro da vida espiritual e cultural da Europa Feudal. Maior senhora feudal da Europa tinha grande domínio sobre a população, não somente de servos, mas a nobreza também subordinava-se ao alto Clero, pois eram tidos como representantes diretos de Deus na Terra.
7)
Estilo Românico Estilo Gótico
Arcos em forma de abóbodas
Paredes grossas
Aberturas estreitas usadas como janelas
Interiores escuros Arcos em forma de ogivas
Paredes esculpidas
Interiores claros
Vitrais coloridos
8) As inovações técnicas contribuíram para o aumento populacional e isso alterou a vida no feudo, contribuindo para o início da crise do sistema feudal.
9) Para os servos começou a faltar terras para o plantio, os feudos superlotados não comportavam uma grande população e assim muitos servos começam a ser expulsos dos feudos.
10) O aumento populacional também atingiu os nobres, pois não havia feudos em quantidade suficiente para todos os nobres. Surgiram os cavaleiros andantes, que através de ataques e guerras procuravam conseguir riquezas e feudos.
terça-feira, 14 de junho de 2011
CORREÇÃO DE EXERCÍCIOS SOBRE REVOLUÇÃO INDUSTRIAL - EXERCÍCIOS COMPLEMENTARES PARTE I
1) A indústria está presente em nosso cotidiano em todas as nossas atividades. A alimentação, vestuário, informações chegam até nós através da indústria. Os países que possuem tecnologia e indústrias tem maior índice de desenvolvimento e menor dependência em relação a outros países, porém aqueles que tem tecnologia, indústrias e fontes de energia próprias são os mais desenvolvidos.
2) Com a maquinofatura a vida das pessoas sofreu uma transformação radical. As relações pessoais, de trabalho, de produção e sociais foram alteradas com o surgimento das fábricas. A vida urbana tornou-se o centro, assim como o comércio e atividades ligadas a ele e às indústrias passaram a ser importantes e determinaram o ritmo de desenvolvimento e da vida das pessoas, por isso foi um acontecimento revolucionário.
3) No artesanat o artesão é dono dos meios de produção e produz o produto que será vendido. A partir da maquinofatura o burguês, dono da fábrica é o dono das máquinas, dos meios de produção e não faz o produto.
4) Com a Lei dos cercamentos houve a expulsão de muitos camponeses que acabaram indo para as cidades e lá serão mão de obra barata para as fábricas que surguirem. Além disso, o aumento da produção de lã vai estimular o aceleramento da confecção de tecidos, estimulando o aparecimento das máquinas.
5) Com um governo burguês o comércio e a expansão dos negócios teve total apoio do governo, que passou a aprovar lei que beneficiassem a expansão da produção e do comércio.
6) Serão recursos monetários a serem utilizados no desenvolvimento da produção e pesquisa que levará ao desenvolvimento das máquinas.
7) A acumulação de capitais e a prosperidade econômica são princípios pregados pelo puritanismo e este pensamento estimulará os ingleses a buscarem nosvas formas de aumentar seus lucros no comércio, através da aceleração e aumento da produção.
2) Com a maquinofatura a vida das pessoas sofreu uma transformação radical. As relações pessoais, de trabalho, de produção e sociais foram alteradas com o surgimento das fábricas. A vida urbana tornou-se o centro, assim como o comércio e atividades ligadas a ele e às indústrias passaram a ser importantes e determinaram o ritmo de desenvolvimento e da vida das pessoas, por isso foi um acontecimento revolucionário.
3) No artesanat o artesão é dono dos meios de produção e produz o produto que será vendido. A partir da maquinofatura o burguês, dono da fábrica é o dono das máquinas, dos meios de produção e não faz o produto.
4) Com a Lei dos cercamentos houve a expulsão de muitos camponeses que acabaram indo para as cidades e lá serão mão de obra barata para as fábricas que surguirem. Além disso, o aumento da produção de lã vai estimular o aceleramento da confecção de tecidos, estimulando o aparecimento das máquinas.
5) Com um governo burguês o comércio e a expansão dos negócios teve total apoio do governo, que passou a aprovar lei que beneficiassem a expansão da produção e do comércio.
6) Serão recursos monetários a serem utilizados no desenvolvimento da produção e pesquisa que levará ao desenvolvimento das máquinas.
7) A acumulação de capitais e a prosperidade econômica são princípios pregados pelo puritanismo e este pensamento estimulará os ingleses a buscarem nosvas formas de aumentar seus lucros no comércio, através da aceleração e aumento da produção.
domingo, 24 de abril de 2011
8º B - CORREÇÃO - AVALIAÇÃO FORMALIZADA - PRIMEIRO TRIMESTRE
TURMA A
1)
a) Elizabeth I governou a Inglaterra de forma absolutista, porém sempre respeitou o Parlamento. Nunca impôs as ordens, concedeu privilégios, enriqueceu a burguesia e assim conseguiu apoio do Parlamento para governar com poderes totais.
b) Elizabeth I incentivou a pirataria, o comércio marítimo e conquistou colônias.
c) Foi tolerante com os puritanos, estabelecendo paz religiosa. Precisava do apoio da burguesia puritana, pois eram ricos e influentes no comércio.
2)
a) Os Stuart iniciaram uma política que tinha como objetivo a manutenção de privilégio e enriquecimento da nobreza. Isso fez com que os burgueses começassem a ser violentamente explorados através de cobranças de impostos e também perseguições religiosas fez com que muitos fugissem da Inglaterra, atrapalhando os negócios ingleses.
b) Oliver Cromwell incentivou o comércio através dos chamados Atos de Navegação e de leis que incentivavam o comércio e a navegação. Acém disso, Cromwell empreendeu várias guerras, inclusive com a Holanda levando a Inglaterra a ser dona dos mares no século XVII.
3)
a) Absolutismo de direito.
b) personalismo: é exclusivamente na minha pessoa que reside o poder soberano. Absolutismo: é só de mim que os meus tribunais recebem a sua existência e a sua autoridade.
4)
a) Vários países europeus estavam interessados em explorar outros lugares, uma vez que tinham interesse em acumular metais preciosos, praticando a política mercantilista.
b) A América era fonte de riquezas que os europeus queriam explorar.
c) Pelo perigo deste continente ser invadido por outras nações além de Portugal e Espanha.
d) O sentido da colonização é ocupar para explorar ao máximo as riquezas da colônia.
TESTES
1) D
2) D
3) E
4) A
5) D
6) D
7) C
8) E
9) C
10) B
TURMA B
1)
a) Absolutismo de fato.
b) Com tolerância religiosa e beneficiada economicamente.
c) O Parlamento tinha poderes maiores sobre a monarquia. Não, pois os Tudor conseguiram ter poder absoluto.
2)
a) Rei da Inglaterra que tentou impor o absolutismo de direito e por isso provocou a Revolução.
b) Oliver Cromwell por ter sido o líder da revolução.
c) Deu exemplo de que o rei absolutista poderia ser retirado do poder.
3)
O texto defende o absolutismo de direito em que o rei possui poder total, inclusive é considerado um representante de Deus na Terra.
4)
a) Porque o solo era bom, o clima favorável e o açúcar era um produto caro e raro na Europa.
b) Clima, solo favoráveis, investimento holandês e comércio europeu garantido.
c) Os portugueses não tinham interesse em ser camponeses no Brasil, e por isso selecionaram os escravos africanos por serem lucrativos para Portugal.
5) Porque eram fundamentais na produção e manutenção do engenho.
6) Para que os capitães colonizassem e protegessem o território de invasões.
7) Na prática mercantilista o objetivo é acumular metais preciosos e a colônia seria o lugar que ofereceria ao país europeu as riquezas a serem exploradas.
TESTES:
1) A
2) C
3) B
4) A
5) A
6) A
7) C
8) E
9) D
10) A
1)
a) Elizabeth I governou a Inglaterra de forma absolutista, porém sempre respeitou o Parlamento. Nunca impôs as ordens, concedeu privilégios, enriqueceu a burguesia e assim conseguiu apoio do Parlamento para governar com poderes totais.
b) Elizabeth I incentivou a pirataria, o comércio marítimo e conquistou colônias.
c) Foi tolerante com os puritanos, estabelecendo paz religiosa. Precisava do apoio da burguesia puritana, pois eram ricos e influentes no comércio.
2)
a) Os Stuart iniciaram uma política que tinha como objetivo a manutenção de privilégio e enriquecimento da nobreza. Isso fez com que os burgueses começassem a ser violentamente explorados através de cobranças de impostos e também perseguições religiosas fez com que muitos fugissem da Inglaterra, atrapalhando os negócios ingleses.
b) Oliver Cromwell incentivou o comércio através dos chamados Atos de Navegação e de leis que incentivavam o comércio e a navegação. Acém disso, Cromwell empreendeu várias guerras, inclusive com a Holanda levando a Inglaterra a ser dona dos mares no século XVII.
3)
a) Absolutismo de direito.
b) personalismo: é exclusivamente na minha pessoa que reside o poder soberano. Absolutismo: é só de mim que os meus tribunais recebem a sua existência e a sua autoridade.
4)
a) Vários países europeus estavam interessados em explorar outros lugares, uma vez que tinham interesse em acumular metais preciosos, praticando a política mercantilista.
b) A América era fonte de riquezas que os europeus queriam explorar.
c) Pelo perigo deste continente ser invadido por outras nações além de Portugal e Espanha.
d) O sentido da colonização é ocupar para explorar ao máximo as riquezas da colônia.
TESTES
1) D
2) D
3) E
4) A
5) D
6) D
7) C
8) E
9) C
10) B
TURMA B
1)
a) Absolutismo de fato.
b) Com tolerância religiosa e beneficiada economicamente.
c) O Parlamento tinha poderes maiores sobre a monarquia. Não, pois os Tudor conseguiram ter poder absoluto.
2)
a) Rei da Inglaterra que tentou impor o absolutismo de direito e por isso provocou a Revolução.
b) Oliver Cromwell por ter sido o líder da revolução.
c) Deu exemplo de que o rei absolutista poderia ser retirado do poder.
3)
O texto defende o absolutismo de direito em que o rei possui poder total, inclusive é considerado um representante de Deus na Terra.
4)
a) Porque o solo era bom, o clima favorável e o açúcar era um produto caro e raro na Europa.
b) Clima, solo favoráveis, investimento holandês e comércio europeu garantido.
c) Os portugueses não tinham interesse em ser camponeses no Brasil, e por isso selecionaram os escravos africanos por serem lucrativos para Portugal.
5) Porque eram fundamentais na produção e manutenção do engenho.
6) Para que os capitães colonizassem e protegessem o território de invasões.
7) Na prática mercantilista o objetivo é acumular metais preciosos e a colônia seria o lugar que ofereceria ao país europeu as riquezas a serem exploradas.
TESTES:
1) A
2) C
3) B
4) A
5) A
6) A
7) C
8) E
9) D
10) A
8º B - CORREÇÃO - AVALIAÇÃO MENSAL - TURMAS A e B
MENSAL – 8º ANO – PARTE II
TURMA A
1)
A) República Puritana e Monarquia Constitucional.
B) As revoluções inglesas provaram ser possível eliminar s reis absolutistas, servindo de inspiração a outros movimentos contra o rei em outros países.
2) Durante o governo de Jaime I os puritanos começaram a ser perseguidos e por isso muitos iniciaram a colonização na América do Norte ao fugirem da Inglaterra por causa dessas perseguições.
3)
A) República Puritana. Oliver Cromwell.
B) Porque nesse momento Cromwell dominou a Irlanda e a Escócia, unindo-os a Inglaterra.
C) Nessa época a burguesia foi amplamente beneficiada com leis protecionistas e políticas de incentivo ao crescimento naval.
D) Os mais pobres eram excluídos e explorados. Surgiram muitos grupos que lutavam contra o governo Cromwell, como os niveladores e os diggers.
4) A cana depois de colhida passava pela moenda. O caldo da cana era fervido, despejado em formas onde tornava-se sólido, formando pães de açúcar. A Holanda refinava os pães de açúcar e comerciava esse açúcar na Europa.
5) Ciclo do pau-brasil; escambo; mão de obra indígena e era um produto que transformado em tinta e madeira para navios gerou lucros aos portugueses.
TURMA B
1)
a) Através do apoio da burguesia puritana Cromwell conseguiu ser nomeado pelo Parlamento inglês lorde protetor da Inglaterra.
b) Foram leis protecionistas ao comércio inglês. Foram importantes, pois resultaram no crescimento econômico da Inglaterra através do comércio marítimo.
2)
a) As revoluções inglesas provaram ser possível eliminar s reis absolutistas, servindo de inspiração a outros movimentos contra o rei em outros países.
b) Ricardo seu filho e sucessor não foi aceito pelo Parlamento para continuar o governo. Temendo que o povo se revoltasse aproveitando o vazio de poder e também influenciados pela burguesia londrina o Parlamento escolhe retornar a monarquia com Carlos II assumindo o trono.
3)
a) Porque os Stuart queriam impor o absolutismo de direito.
b) Foi a revolução que tirou definitivamente o absolutismo e instituiu uma monarquia constitucional na Inglaterra.
c) O rei reinava, mas quem governaria seria o Parlamento.
d) Porque o povo havia sido violentamente reprimido na época do Cromwell w estava bastante revoltado contra o Parlamento.
4) Sistema de Capitanias hereditárias. O rei de Portugal dividiu o Brasil em várias faixas de terra e entregou-as a capitães donatários que teriam a função de colonizá-las. Foi implantado no Brasil para aumentar a proteção contra invasões e promover o desenvolvimento econômico da colônia.
5) Ciclo da cana-de-açúcar, produção de açúcar, exploração mercantilista – plantation, mão de obra escrava africana e era o principal produto de exploração colonial de Portugal no Brasil.
TURMA A
1)
A) República Puritana e Monarquia Constitucional.
B) As revoluções inglesas provaram ser possível eliminar s reis absolutistas, servindo de inspiração a outros movimentos contra o rei em outros países.
2) Durante o governo de Jaime I os puritanos começaram a ser perseguidos e por isso muitos iniciaram a colonização na América do Norte ao fugirem da Inglaterra por causa dessas perseguições.
3)
A) República Puritana. Oliver Cromwell.
B) Porque nesse momento Cromwell dominou a Irlanda e a Escócia, unindo-os a Inglaterra.
C) Nessa época a burguesia foi amplamente beneficiada com leis protecionistas e políticas de incentivo ao crescimento naval.
D) Os mais pobres eram excluídos e explorados. Surgiram muitos grupos que lutavam contra o governo Cromwell, como os niveladores e os diggers.
4) A cana depois de colhida passava pela moenda. O caldo da cana era fervido, despejado em formas onde tornava-se sólido, formando pães de açúcar. A Holanda refinava os pães de açúcar e comerciava esse açúcar na Europa.
5) Ciclo do pau-brasil; escambo; mão de obra indígena e era um produto que transformado em tinta e madeira para navios gerou lucros aos portugueses.
TURMA B
1)
a) Através do apoio da burguesia puritana Cromwell conseguiu ser nomeado pelo Parlamento inglês lorde protetor da Inglaterra.
b) Foram leis protecionistas ao comércio inglês. Foram importantes, pois resultaram no crescimento econômico da Inglaterra através do comércio marítimo.
2)
a) As revoluções inglesas provaram ser possível eliminar s reis absolutistas, servindo de inspiração a outros movimentos contra o rei em outros países.
b) Ricardo seu filho e sucessor não foi aceito pelo Parlamento para continuar o governo. Temendo que o povo se revoltasse aproveitando o vazio de poder e também influenciados pela burguesia londrina o Parlamento escolhe retornar a monarquia com Carlos II assumindo o trono.
3)
a) Porque os Stuart queriam impor o absolutismo de direito.
b) Foi a revolução que tirou definitivamente o absolutismo e instituiu uma monarquia constitucional na Inglaterra.
c) O rei reinava, mas quem governaria seria o Parlamento.
d) Porque o povo havia sido violentamente reprimido na época do Cromwell w estava bastante revoltado contra o Parlamento.
4) Sistema de Capitanias hereditárias. O rei de Portugal dividiu o Brasil em várias faixas de terra e entregou-as a capitães donatários que teriam a função de colonizá-las. Foi implantado no Brasil para aumentar a proteção contra invasões e promover o desenvolvimento econômico da colônia.
5) Ciclo da cana-de-açúcar, produção de açúcar, exploração mercantilista – plantation, mão de obra escrava africana e era o principal produto de exploração colonial de Portugal no Brasil.
sábado, 19 de março de 2011
BRASIL COLONIAL - 8º ANO
BRASIL COLONIAL - TEXTO DE APOIO - 8º ANO
Por que falamos português? O Brasil sempre teve esse tamanho? Por que ainda temos uma economia tão influenciada pela agricultura e pelo latifúndio? Quem foram os primeiros a tomarem posses de propriedades de terra tão grandes?
Essas perguntas e tantas outras sobre o nosso país são feitas e muitas vezes não acreditamos que existam respostas a elas. No entanto, quando estudamos a história do Brasil, principalmente entre os séculos XVI e XVIII, acabamos encontrando as respostas e por isso estudamos esse período, tão importante para a compreensão de nosso presente.
Todas essa história tem início em 1500 com a chegada de Pedro Álvares Cabral que, cumprindo determinações do rei de Portugal, chegou a costa a fim de determinar posse de território a seu país.
É bem verdade que antes de Pedro milhões de pessoas já habitavam a área que Portugal determinou ser sua posse. Aliás estudos recentes apontam para mais de 15 mil anos atrás a data de chegada dos primeiros habitantes desse território.
No entanto a história desse território com a chegada dos portugueses sofreu mudanças tão profundas que a história passou a ser contada por eles, portugueses e com o passar do tempo foi continuada pelo povo que aqui se formou produto de miscigenações, domínios e adaptações entre índos, portugueses e negros.
Tentando responder algumas de nossas perguntas comecemos a estudar um pouco esse período da história do Brasil a - História do Brasil Colonial.
Esse período histórico divide-se em:
Ciclo do pau-brasil
Ciclo da cana-de-açúcar
Ciclo da mineração
Nesse texto vamos nos concentrar nos dois primeiros.
O Ciclo do pau-brasil
Chamamos de ciclo econômico um período determinado pela exploração quase exclusiva de um produto e que determina a organização política, econômica e social do território.
A partir de 1500 com a posse do território, Portugal começou a procurar maneiras de lucrar com a exploração. Não podemos esquecer que Portugal tinha uma economia mercantilista e que para ele ter a posse de colônias significava lucrar com elas.
Mas o Brasil nos primeiros tempos não chegou a empolgar muito Portugal. Afinal era uma terra totalmente desconhecida.
A parte exótica - índios, papagaios e araras - chamou bastante atenção, no entanto Portugal não encontrou o que mais lhe interessava - metais preciosos.
Apesar dos italianos chamarem esse território de "Terra dos Papagaios",Portugal batizou-o de Brasil, e esse nome tem sido associado aos primeiros tempos de exploração de uma árvore que começou a dar muitos lucros aos portugueses (através da tinta, móveis e navios que se produzia com a madeira): o pau-brasil.
De 1500 a 1535 a principal atividade econômica foi a extração de pau-brasil. Para a sua extração os portugueses estabeleceram pontos de trocas - as feitorias - com os indígenas, principalmente os tupinambás, que trocavam a madeira por vários objetos portugueses.
Nesse período Portugal se viu ameaçado de perder o território para os franceses que constantemente invadiam o Brasil, pois defendiam que uma área pertencia a quem efetivamente a ocupasse e até aquele momento os portugueses vinham, pegavam a madeira e iam embora.
"Os franceses entraram no comércio do pau-brasil e praticaram a pirataria, ao longo de uma costa demasiado extensa para que pudesse ser guarnecida pelas patrulhas portuguesas. Em diversos momentos, iriam mais tarde estabelecer-se no Rio de Janeiro e no Maranhão" - Boris Fausto - História do Brasil.
Como evitar essas invasões?
O rei de Portugal sabia que era necessário ocupar o Brasil e por isso decidiu colonizá-lo. Com o objetivo de patrulhar e explorar a nova terra começa a ocupação do território por Portugal.
O Ciclo da Cana-de-Açúcar
Martim Afonso de Souza recebeu a função de dividir o Brasil em 15 faixas de terras, paralelas a linha do Equador e entregá-las a capitães donatários. Esses homens eram todos ligados a Coroa portuguesa e tinham funções diversas em Portugal - desde membros da pequena nobreza a comerciantes.
Os donatários recebiam o direito de explorar o território, mas não eram donos da terra. Eram responsáveis em estabelecer fontes de produção de riqueza e assim surgiram os primeiros engenhos de um produto que iria trazer altos lucros para Portugal - o cultivo da cana-de-açúcar para a produção e venda de açúcar.
O donatário podia distribuir sesmarias quer eram grandes propriedades rurais e que deram origem aos primeiros latifúndios no Brasil.
Com exceção de Pernambuco, São Vicente e Bahia outras capitanias fracassaram e ao longo do tempo foram sendo retomadas pelo governo português.
As mais prósperas combinaram a economia do açúcar com um relacionamento menos violento com os índios.
Com o fracasso do sistema de capitanias o governo português iniciou uma nova forma de governo para controlar e patrulhar o Brasil - O Governo Geral. Com isso o Brasil passou a ter um centro administrativo com a fundação de Salvador.
Com Tomé de Souza, primeiro governador geral vieram os primeiros jesuítas com o objetivo de catequizar os índios e fixar o poder do catolicismo na nova terra.
Como Portugal conseguia lucrar com o Brasil?
A atividade agrícola para exportação foi a escolhida e a produção de açúcar era a atividade mais lucrativa para Portugal naquele período. O açúcar era um produto caro e raro na Europa, o Brasil tinha solo adequado e Portugal já tinha experiência na fabricação do açúcar.
Para o trabalho utilizou-se a mão de obra negra africana. Dessa forma os africanos passaram a integrar a população no Brasil. Os africanos eram escravizados pelos portugueses e trazidos para o Brasil em navios, nos chamados navios negreiros. Sua condição de viagem e vida aqui eram horríveis e sempre que possível os negros se revoltaram e resistiram contra a sua condição.
Os índios também foram escravizados, mas o grande número de povos exterminados por causa das inúmeras guerras contra portugueses e suas constantes fugas para o interior do território dificultava bastante a escravidão indígena, mas não a tornaram impossível.
A produção de açúcar era feita no engenho onde a cana era moída, seu caldo fervido e colocado em formas para secar então os pães de açúcar eram formados. As fazendas de açúcar eram divididas em plantação, engenho, casa-grande e senzala. Na casa-grande viviam o proprietário e seus familiares e na senzala os escravos.
Para produzir o açúcar Portugal fez uma aliança comercial com a Holanda que refinava o açúcar e distribuía na Europa.
Nessa época o Brasil era povoado por pessoas que se diferenciavam socialmente. No topo da pirâmide social estavam os senhores (donos de grandes propriedades rurais) e os altos funcionários do governo, além de membros do clero. Como classe totalmente dominada, na base da pirâmide estavam os escravos, negros e indígenas. Nesse tempo havia uma camada intermediária representada por pessoas assalariadas como feitores, capatazes, militares, padres e camponeses donos de pequenas propriedades rurais.
A Igreja teve importante papel nesse período e foi responsável pela conversão de indígenas e negros através do trabalhos ds jesuítas e também dos senhores de escravos que obrigavam seus escravos a seguir a doutrina católica, processo nem sempre pacífico.
Além da cana-de-açúcar outras atividades econômicas foram desenvolvidas, todas ligadas ao setor agrário, tais como: o cultivo de fumo e algodão, a agricultura de subsistência como mandioca, feijão, assim como a criação de gado.
A partir do século XVII mudanças irão ocorrer e o ciclo da cana-de-açúcar irá entrar em decadência.
Por que falamos português? O Brasil sempre teve esse tamanho? Por que ainda temos uma economia tão influenciada pela agricultura e pelo latifúndio? Quem foram os primeiros a tomarem posses de propriedades de terra tão grandes?
Essas perguntas e tantas outras sobre o nosso país são feitas e muitas vezes não acreditamos que existam respostas a elas. No entanto, quando estudamos a história do Brasil, principalmente entre os séculos XVI e XVIII, acabamos encontrando as respostas e por isso estudamos esse período, tão importante para a compreensão de nosso presente.
Todas essa história tem início em 1500 com a chegada de Pedro Álvares Cabral que, cumprindo determinações do rei de Portugal, chegou a costa a fim de determinar posse de território a seu país.
É bem verdade que antes de Pedro milhões de pessoas já habitavam a área que Portugal determinou ser sua posse. Aliás estudos recentes apontam para mais de 15 mil anos atrás a data de chegada dos primeiros habitantes desse território.
No entanto a história desse território com a chegada dos portugueses sofreu mudanças tão profundas que a história passou a ser contada por eles, portugueses e com o passar do tempo foi continuada pelo povo que aqui se formou produto de miscigenações, domínios e adaptações entre índos, portugueses e negros.
Tentando responder algumas de nossas perguntas comecemos a estudar um pouco esse período da história do Brasil a - História do Brasil Colonial.
Esse período histórico divide-se em:
Ciclo do pau-brasil
Ciclo da cana-de-açúcar
Ciclo da mineração
Nesse texto vamos nos concentrar nos dois primeiros.
O Ciclo do pau-brasil
Chamamos de ciclo econômico um período determinado pela exploração quase exclusiva de um produto e que determina a organização política, econômica e social do território.
A partir de 1500 com a posse do território, Portugal começou a procurar maneiras de lucrar com a exploração. Não podemos esquecer que Portugal tinha uma economia mercantilista e que para ele ter a posse de colônias significava lucrar com elas.
Mas o Brasil nos primeiros tempos não chegou a empolgar muito Portugal. Afinal era uma terra totalmente desconhecida.
A parte exótica - índios, papagaios e araras - chamou bastante atenção, no entanto Portugal não encontrou o que mais lhe interessava - metais preciosos.
Apesar dos italianos chamarem esse território de "Terra dos Papagaios",Portugal batizou-o de Brasil, e esse nome tem sido associado aos primeiros tempos de exploração de uma árvore que começou a dar muitos lucros aos portugueses (através da tinta, móveis e navios que se produzia com a madeira): o pau-brasil.
De 1500 a 1535 a principal atividade econômica foi a extração de pau-brasil. Para a sua extração os portugueses estabeleceram pontos de trocas - as feitorias - com os indígenas, principalmente os tupinambás, que trocavam a madeira por vários objetos portugueses.
Nesse período Portugal se viu ameaçado de perder o território para os franceses que constantemente invadiam o Brasil, pois defendiam que uma área pertencia a quem efetivamente a ocupasse e até aquele momento os portugueses vinham, pegavam a madeira e iam embora.
"Os franceses entraram no comércio do pau-brasil e praticaram a pirataria, ao longo de uma costa demasiado extensa para que pudesse ser guarnecida pelas patrulhas portuguesas. Em diversos momentos, iriam mais tarde estabelecer-se no Rio de Janeiro e no Maranhão" - Boris Fausto - História do Brasil.
Como evitar essas invasões?
O rei de Portugal sabia que era necessário ocupar o Brasil e por isso decidiu colonizá-lo. Com o objetivo de patrulhar e explorar a nova terra começa a ocupação do território por Portugal.
O Ciclo da Cana-de-Açúcar
Martim Afonso de Souza recebeu a função de dividir o Brasil em 15 faixas de terras, paralelas a linha do Equador e entregá-las a capitães donatários. Esses homens eram todos ligados a Coroa portuguesa e tinham funções diversas em Portugal - desde membros da pequena nobreza a comerciantes.
Os donatários recebiam o direito de explorar o território, mas não eram donos da terra. Eram responsáveis em estabelecer fontes de produção de riqueza e assim surgiram os primeiros engenhos de um produto que iria trazer altos lucros para Portugal - o cultivo da cana-de-açúcar para a produção e venda de açúcar.
O donatário podia distribuir sesmarias quer eram grandes propriedades rurais e que deram origem aos primeiros latifúndios no Brasil.
Com exceção de Pernambuco, São Vicente e Bahia outras capitanias fracassaram e ao longo do tempo foram sendo retomadas pelo governo português.
As mais prósperas combinaram a economia do açúcar com um relacionamento menos violento com os índios.
Com o fracasso do sistema de capitanias o governo português iniciou uma nova forma de governo para controlar e patrulhar o Brasil - O Governo Geral. Com isso o Brasil passou a ter um centro administrativo com a fundação de Salvador.
Com Tomé de Souza, primeiro governador geral vieram os primeiros jesuítas com o objetivo de catequizar os índios e fixar o poder do catolicismo na nova terra.
Como Portugal conseguia lucrar com o Brasil?
A atividade agrícola para exportação foi a escolhida e a produção de açúcar era a atividade mais lucrativa para Portugal naquele período. O açúcar era um produto caro e raro na Europa, o Brasil tinha solo adequado e Portugal já tinha experiência na fabricação do açúcar.
Para o trabalho utilizou-se a mão de obra negra africana. Dessa forma os africanos passaram a integrar a população no Brasil. Os africanos eram escravizados pelos portugueses e trazidos para o Brasil em navios, nos chamados navios negreiros. Sua condição de viagem e vida aqui eram horríveis e sempre que possível os negros se revoltaram e resistiram contra a sua condição.
Os índios também foram escravizados, mas o grande número de povos exterminados por causa das inúmeras guerras contra portugueses e suas constantes fugas para o interior do território dificultava bastante a escravidão indígena, mas não a tornaram impossível.
A produção de açúcar era feita no engenho onde a cana era moída, seu caldo fervido e colocado em formas para secar então os pães de açúcar eram formados. As fazendas de açúcar eram divididas em plantação, engenho, casa-grande e senzala. Na casa-grande viviam o proprietário e seus familiares e na senzala os escravos.
Para produzir o açúcar Portugal fez uma aliança comercial com a Holanda que refinava o açúcar e distribuía na Europa.
Nessa época o Brasil era povoado por pessoas que se diferenciavam socialmente. No topo da pirâmide social estavam os senhores (donos de grandes propriedades rurais) e os altos funcionários do governo, além de membros do clero. Como classe totalmente dominada, na base da pirâmide estavam os escravos, negros e indígenas. Nesse tempo havia uma camada intermediária representada por pessoas assalariadas como feitores, capatazes, militares, padres e camponeses donos de pequenas propriedades rurais.
A Igreja teve importante papel nesse período e foi responsável pela conversão de indígenas e negros através do trabalhos ds jesuítas e também dos senhores de escravos que obrigavam seus escravos a seguir a doutrina católica, processo nem sempre pacífico.
Além da cana-de-açúcar outras atividades econômicas foram desenvolvidas, todas ligadas ao setor agrário, tais como: o cultivo de fumo e algodão, a agricultura de subsistência como mandioca, feijão, assim como a criação de gado.
A partir do século XVII mudanças irão ocorrer e o ciclo da cana-de-açúcar irá entrar em decadência.
CORREÇÃO DA AVALIAÇÃO MENSAL - PARTE I - 9º ANO
1) Devido o neocolonialismo desenvolvido pelos países europeus,além da Europa outros continentes também se desenvolveram e por isso é chamada de mundial. Rússia, Inglaterra e França.
2) A disputa por colônias criou uma grande rivalidade entre os países europeus; a sede de revanche de franceses alimentava o ódio entre as potências e a recente independência de países da Península Balcânica aliada ao ideal nacionalista da Sérvia criou-se o cenário perfeito para rivalidades.
3)
a) A disputa pelo controle do comércio e de áreas de influência marcou o chamado capítalismo monopolista.
b) A concorrência extremamente acirrada e a necessidade cada vez maior de ampliar mercados e eliminar a concorrência levou os países industrializados europeus ao conflito mundial.
4) O assassinato de Francisco Ferdinand ativou a política das alianças dando início a I Guerra.
5)
a) A disputa pelo poder de colonias levou a rivalidade e ao conflito.
b) A Rússia era o país menos preparado para a guerra. Vista como um país mais fraco era usada como linha de frente nos conflitos o que provocou inúmeras e pesadas perdas. O povo russo sofria de forma insuportável e se revoltou eliminando o poder do czar, dando fim ao Império Russo.
6)
a) "...para Trotsky, tratava-se de defender a revolução permanente, para Stálin, tratava-se de defender o socialismo em um só país."
b) Trotsky era muito popular e Stálin temia a força de sua liderança e por isso tratou de apagar sua imagem.
7) NEP.
2) A disputa por colônias criou uma grande rivalidade entre os países europeus; a sede de revanche de franceses alimentava o ódio entre as potências e a recente independência de países da Península Balcânica aliada ao ideal nacionalista da Sérvia criou-se o cenário perfeito para rivalidades.
3)
a) A disputa pelo controle do comércio e de áreas de influência marcou o chamado capítalismo monopolista.
b) A concorrência extremamente acirrada e a necessidade cada vez maior de ampliar mercados e eliminar a concorrência levou os países industrializados europeus ao conflito mundial.
4) O assassinato de Francisco Ferdinand ativou a política das alianças dando início a I Guerra.
5)
a) A disputa pelo poder de colonias levou a rivalidade e ao conflito.
b) A Rússia era o país menos preparado para a guerra. Vista como um país mais fraco era usada como linha de frente nos conflitos o que provocou inúmeras e pesadas perdas. O povo russo sofria de forma insuportável e se revoltou eliminando o poder do czar, dando fim ao Império Russo.
6)
a) "...para Trotsky, tratava-se de defender a revolução permanente, para Stálin, tratava-se de defender o socialismo em um só país."
b) Trotsky era muito popular e Stálin temia a força de sua liderança e por isso tratou de apagar sua imagem.
7) NEP.
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